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REPORTAGENS

REVISTA GUIA RURAL – JULHO DE 1989.
Um paraíso de cabras nas montanhas do Rio.
A reportagem cita a doação do Cantão de Friburgo para a construção da Queijaria Escola. Fala a respeito da fabricação de queijos de acordo com as mais modernas técnicas laticinistas da Europa. Os tipos de profissionais que trabalham na produção e supervisão.
Os cursos e estágios oferecidos. A variedade de queijo feita e vendida. Qualidade dos produtos.
Cita experiências dos criadores de cabras entre eles Paulo Cordeiro que é o maior criador da região, o tipo de alimentação usada, medicação necessária. E Ayrton e Eliana Violento que falam sobre suas experiências profissionais, os tipos de queijos que fabricam, burocracia, criação e espaço ocupado pela criação.

BOA CHANCE – EMPREGOS & OPORTUNIDADES – 14 de maio de 1995.
Queijo com gosto de lucro.
Investimento inicial, esquema de produção, cursos oferecidos pela Queijaria Escola e Sebrae, custo de produção, preço de venda e lucro.

GLOBO RURAL – Fevereiro de 1996.
Cabras – Criação com carinho.
Histórico da colonização e inclusão de cabras pela melhoar adaptação ao escarpado. O aproveitamento do leite na produção de queijos e seus derivados. Conta sobre a opção de vida dos Violentos, de sua criação de cabras, produção de seus queijos. Fala de outros produtores da região também. Eliana Violento ensina como fabricar o tradicional boursin.

LES VOSGES – Nº 4/1997
Club Vosgien sans frontiere
. Le premier circuit basilé au Brésil.

JORNAL O GLOBO (BOA VIAGEM) – 26 DE NOVEMBRO DE 1998.

O turismo rural em boa safra - Uma idéia que não é nova mas que encontrou terreno fértil em Friburgo.
Fala do roteiro que obedece os padrões europeus e a riqueza da Mata Atlântica, suas cachoeiras, seus rios e todo um cenário onde o homem desenvolve atividades rurais, como a criação de trutas, o cultivo de bromélias, a agricultura orgânica e a caprinocultura.
Continuação pág. 12 - Descobrindo o campo sem precisar ir muito longe.
Cita: O entusiasmo de Fernando Vidal com o turismo rural.
O 1º Encontro de Turismo Rural.
O que é o Turismo rural? " é uma propriedade rural cuja família aproveita a sua produção agrícola para praticar o turismo".
O roteiro, o que encontra.
A acolhida.
Continuação pág. 13 – Conversa fiada e a gostosa comida da fazenda. Cita: A dificuldade das pessoas entenderem a escolha de morar em um sítio (Eliana Violento).
Produção de queijo.
Visita ao horto.
Almoço.
Conhecendo o terreno onde se vai pisar.
Disposição para caminhar. Nada de luxo ou conforto. Calça jeans, tênis confortáveis, camiseta e um agasalho leve para o fim de tarde.
Continuação pág. 14 – Mais do que uma opção, um belo projeto de vida.
Parceria sem competição faz com que turismo rural dê certo. Ninguém vende o que o outro vende.
Fernando Vidal e sua mulher vendem: bromélias, pães artesanais, doces caseiros, carne de coelho, vinagre de caqui com ervas e ervas medicinais e aromáticas.
Já Carlos Alberto vende a truta prontinha para o consumo.
Quem prefere pescar seu próprio peixe tem diversão garantida no Gato Pescador que conta com playground para a criançada.
O Circuito conta ainda com cachoeiras, fonte de água mineral magnesiana e muitas trilhas.
Cita ainda o Tulipa, o Cultivar onde se dedicam a agricultura orgânica de pêssegos e nectarinas, entre outros.
Organização dos primeiros cursos e dica para outros roteiros.
Continuação pág. 15 – Surpresas do início ao fim do percurso.
Balizamento e resumo de tudo que foi exposto ao leitor.
Continuação pág. 16 – Em todo o país, mais exemplos que deram certo.
Aborda a experiência de outras localidades com o turismo eco rural: Espiríto Santo, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Médio Paraíba.

JORNAL DO SEBRAE - Junho/99
Circuito Pedra Branca terá colônia de férias eco-rural.
A Associação em parceria com o Convention Bureau e o Sebrae/RJ traz como resultado a colônia de férias eco rural que se realizará no período de 17 a 31 de julho, destinada a crianças de 6 a 14 anos, estudantes de alguns dos principais colégios cariocas. A idéia é oferecer aos participantes possibilidades de vivenciarem experiências do meio rural de forma direta, através de atividades do campo.
Antecedendo à colônia, os produtores estarão recebendo para o chamado fam tour um grupo de 10 coordenadores de colégios do R.J. que vêm com a missão de conhecer o 1º circuito do país balizado oficialmente para turismo eco-rural e depois divulgá-lo para os estudantes.

VEJA RIO – Junho/julho –1999
Inverno – Friburgo. Nos arredores da cidade, fazendas abrem as porteiras e exibem as delícias da vida rural.
Apresenta de forma gostosa o Circuito Ponte Branca, com suas dificuldades de ser feito todo em um dia (a pé) fala das propriedades descrevendo-as uma a uma, apresenta um pequeno e simples mapa da região, com fotos de dar água na boca.

A VOZ DA SERRA – 9 DE OUTUBRO DE 1999.
Circuito Ponte Branca – experimente a vida do campo como ela é.
Mostra o circuito de forma simples, não deixando de citar distância, balizamento, formas de percorrê-lo, atrativos que serão encontrados no caminho. Exalta a tranquilidade e beleza local e aponta como característica principal o contato real com a vida no campo através de ordenhas, cultivos, pescaria, caminhadas ...Em destaque os nomes das propriedades e o que oferecem.
Ilustrando a matéria um mapa do Circuito com a distância em quilômetragem.

O SOL – 16/10 A 22/10 DE 1999.
III Festival do Pão foi atração no fim de semana.
Com a participação de 35 panificadoras e um grande público foi um sucesso o III Festival. Com vários estandes à disposição, provas de pão para o povo e música todos gostaram e se divertiram.
Inaugurou tambem a Padaria-Escola, cujo objetivo é formar mão-de-obra especializada para o setor.

O SOL – 23/10 A 29/10 DE 1999.
IV Fest Truta de Nova Friburgo.
Aborda o crescimento do setor da truticultura. Informando que o município é o maior em número de produtores de truta do país, são 16 no total. Fala da criação do Prestofish (1ª empresa de processamento de truta do país que consome toda a produção do peixe da região) e o atendimento prestado por ela aos mercados do R.J. e do passeio realizado pelo Circuito de Turismo Eco Rural Ponte Branca.
Sebrae-RJ apóia projetos na região.
Apoio a iniciativas de pequenas e médias empresas. Ranicultura e Caprinocultura, esta última conta com o apoio e consultoria de Airton Violento, presidente da Associação dos Produtores da Ponte Branca.

JORNAL DO BRASIL ( VIAGEM) – 14 DE NOVEMBRO DE 1999.
Nas trilhas do paraíso – Roteiro nos arredores de Friburgo é ideal para quem deseja conhecer a pé o melhor da natureza e da produção rural.
Distância do R.J. até Nova Friburgo, apresentação do circuito, balizamento, Montanhês, Santa Angela, Gato Pescador, Cultivar, Oberland, guias dispensáveis.
Como surgiu a idéia do roteiro balizado, convênio com o Sebrae.
Destaca as atrações rurais, O que fazer, Atividades educacionais e Visitas.

A VOZ DA SERRA – 24 DE NOVEMBRO DE 1999.
Reunião discute pontos fortes e fracos do IV fest truta.
A Avaliação dos pontos fortes e fracos do IV Fest Truta contou com a presença entre outros de: Ayrton Violento (Presidente da Associação de Produtores Rurais da Ponte Branca), Caio Silenzi (Gato Pescador), Carlos Alberto Müller (Prestofish). Depois de discutirem os acertos e erros do Fest Truta, deixaram agendados para o ano de 2000 a 5ª edição do Fest Truta que será entre 12 e 15 de outubro, tendo novos ingredientes (maior divulgação, criação de site específico, pesca esportiva e ampliação de parcerias).

O SOL – 11 a 17 de dezembro de 1999.
Uma boa opção para as férias.
Vem informar que N.F. conta com o 1º circuito balizado para caminhada ecológica rural do Brasil, de acordo com padrões europeus.
Cita a localização do circuito e o Centro de Informações, atrativos e gastronomia. Destacado está o nome das propriedades e o que cada uma oferece.

JORNAL DO COMÉRCIO – 15 de janeiro de 2000.
Caprinocultura, atividade em expansão no Estado.
Texto fala de investimento inicial, Faturamento mensal, lucro, retorno do investimento, área, número de funcionários, alimentação, reprodução, cuidados e desenvolvimento do turismo rural na Região Serrana do rio de Janeiro e finalizando cita os cursos oferecidos pelo Sebrae e Queijaria Escola.

JORNAL DA SERRA - 22 a 28 de janeiro de 2000.
Lugares que friburguenses desconhecem.
A reportagem aborda as dificuldades que um turista encontra se quiser conhecer a cidade sem um carro. E aponta, como ótima opção o Circuito Ponte Branca, (que o próprio friburguense desconhece e pode vir a desfrutar e contar para os amigos) que fornece o transporte.
Fala dos atrativos: Oberland (emas e avestruzes), Gato Pescador (Pesque pague, restaurante, área de lazer), Montanhês (Produção de queijos, horto, cabritos, almoço), Cultivar (plantações orgânicas de frutas, legumes e verduras). E cita: Cultivo de Bromélias, Criação de Trutas e Passeios à Cavalo).
Gerente de Turismo do Sebrae Nacional conhece circuito de ecoturismo em Friburgo. A matéria cita a visita de Ilma Ortini (Gerente de Turismo do Sebrae Nacional) que veio para conhecer o projeto de turismo eco rural, e foi recebida por uma comitiva de autoridades, empresários e lideranças do setor no próprio Centro de Informações, de onde saiu para conhecer o circuito e receber informações sobre grupos articulados em torno do "Planejamento Estratégico" que inclui vários municípios..
Taxistas e frentistas terão treinamento. No mesmo dia foi discutido, um projeto de capacitação de frentistas de postos de gasolina e motoristas de táxi para atendimento ao turista, idealizado pelo gerente regional Júlio Portugal.

JORNAL DA SERRA – 29 de janeiro a 4 de fevereiro de 2000.
É possível consumir alimentos sem veneno – Agricultura orgânica ajuda a preservar a saúde da terra.
Aborda o uso indiscriminado de produtos químicos nas lavouras, prejudicando a população consumidora e o solo que contaminado acaba envenenando outros organismos (cadeia alimentar). Destaca doenças que podem ser provocadas pelo consumo diário do alimento contaminado, o que fazer para diminuir o risco de ingerir alimentos com agrotóxicos e onde encontrar alimentos puros, isentos de qualquer química. Cita entre outros o Sítio Cultivar.
A VOZ DE SÃO PEDRO DA SERRA – JAN/FEV/MAR-2000.
Pousadas e Restaurantes são aprovados pelos Turistas.
O questionário respondido pelo turista, deixou claro a potencialidade do lugar como fonte de turismo, o tipo de cliente que frequenta S. P.Serra, a qualidade do serviço oferecido, o que falta, entre outras coisas.

SÉCULO XXI – MARÇO/2000.
As 12 leis ambientais mais importantes do país.
Lei dos Agrotóxicos, dos crimes ambientais, Política nacional do meio ambiente, Parcelamento do solo urbano, Ação civil pública, Fauna silvestre, Área de proteção ambiental, Patrimônio cultural, Lei de florestas, Recursos hídricos, Política agrícola, Engenharia genética.

GAZETA MERCANTIL – 22 DE MARÇO DE 2000.
Turismo rural é a nova cultura dos pequenos sítios.
A busca de alternativas no setor rural vem abrindo espaço para o turismo rural. Desenvolvimento, atrações para o turista, riscos e cuidados com a mão de obra utilizada, fazem parte da matéria além da experiência de produtores que viram a chance de se darem bem mudando o perfil de suas propriedades, tornando-as turísticas.

O SOL – 15 A 21 DE ABRIL DE 2000.
SEBRAE/RJ oferece cursos sobre criação de cabras, de trutas e produção de mel e derivados.
O que é oferecido em cada curso(conteúdos), tempo de duração, custo e onde se inscrever.
IEF apreende bromélias vendidas ilegalmente.
O IEF apreendeu 2750 bromélias que estavam sendo vendidas ilegalmente, na Barra da Tijuca.
O material apreendido foi levado para a sede e será doado para órgãos estaduais e federais.

A VOZ DA SERRA – 18 de maio de 2000.
Produtoras rurais friburguenses fazem estágio de um mês na França.
Convite do Instituto Regional de Cooperação e Desenvolvimento (Icord) a duas integrantes do Circuito para participarem de estágio em restaurantes franceses especializados em trutas e carpas fritas, inteiração também das novidades no setor de queijo. Citando o convênio e intercâmbios realizados.

RÉGION L'ALSACE – 19 de maio de 2000.
Des Brésiliens à la carpe.
Une délégation venue de Friburgo près de Rio de janeiro est en stage dans le Sundgau pour Apprendre à préparer la carpe frite.

DNA – 20 DE MAIO DE 2000.
La carpe frite, une spécialité ... brésilienne!
En créant l'association «le Sundgau, routes de la carpe frite», les fondateurs avaient comme seul souhait de faire la promotion du sud de l'Alsace afin que les flux touristiques ne se dirigent pas uniquement à Strasbourg et Calmar. Prés de 25 ans plus tard, ces mêmes fondateurs ont été dépassés par les succès de ces routes, puisque la carpe frite va traverser l'Atlantique et devenir une institution au Brésil.
La carpe frite s'exporte au Brésil!
Une institution culinaire alsacienne est en passe de traverser l'Atlantique. Le Brésil proposera bientôt sur ses cartes touristiques une spécialité sundgauvienne. Des Brésiliens effectuent un voyage d'étude afin d'implanter, chez eux, les routes de la carpe frite.

HIRSINGUE – 23 de maio de 2000.
Des Brésiliens derrière les fourneaux.
Une petite délégation brésilienne est actuellement l'hôte des membres de la «Route de la Carpe frite»...
ALTKIRCH
Du Sundgau au Brésil. Le député-maire Jean-Luc Reitzer a accueilli récemment la délégation brésilienne qui sillonne actuellement la Route de la Carpe frite,...

TROIS FRONTIÈRES – 25 de maio de 2000.
La confrérie franchit l'Atlantique.
La confrérie de l'asperge a tenu son quinzième chapitre mardi soir à Village-Neuf.
L'occasion d'admettre en son sein vingt-et-un nouveaux membres, dont quatre Brésiliens, une députée allemande et un ancien de l'équipe de France de rugby.

FERRETE – 7 de junho de 2000.
La tournée des Brésiliens.
Les quatre «pros» de la restauration brésilienne, en stage de formation à la gastronomie dans notre bon vieux Sundgau, ont fait une halte dans la cité ....

O DIA – 20 DE JULHO DE 2000.
Guia mundial inclui uma área de Friburgo.
O convite surgiu em meio a visitação de 2 integrantes do Circuito Ponte Branca à cidade francesa de Alsace.
A associação com a federação alemã permitirá a inclusão do Circuito Ponte Branca num guia internacional de turismo. Atraindo assim a curiosidades do turista estrangeiro ao primeiro balizamento no Brasil. A expectativa é de atrair para a região mais de 500 turistas a cada fim de semana e feriados prolongados.
SÉCULO XXI – JULHO DE 2000.
Circuito Ponte Branca vai figurar em guia internacional.
Fala do convite da Federação Internacional de Marchas Populares, entidade com sede na Alemanha, dedicada a caminhadas em roteiros ecológicos, que propôs incluir o Circuito Ponte Branca em seu guia internacional, a partir de 2001.

A VOZ DA SERRA – 20 A 31 DE JULHO.
Circuito Ponte Branca promove mais uma caminhada ecológica.
Fala da caminhada do dia 30 de julho, como boa opção ecológica e descreve as propriedades do Circuito.

CONEXÃO RJ – JULHO DE 2000.
Empresários investem R$ 1 milhão no Circuito da Ponte Branca, em Nova Friburgo.
Fala do investimento com recursos próprios que está sendo feito pelos proprietários rurais da comunidade de Ponte Branca, em Friburgo.
O aumento de turistas visitando o Circuito.
Viagem de 4 proprietários rurais à Alsace, na França.

JORNAL DO BRASIL – 21 de outubro de 2000.
O Circuito Ponte Branca, em N.F. , é o 1º Circuito Ecológico brasileiro a ser incluido no guia da Federação Internacional dos Esportes Populares.



Palestra Campos
Apresentar o turismo como fator de desenvolvimento econômico e bem-estar social é uma constante para todos os envolvidos neste segmento, já que sua importância como instrumento de aceleração econômica e de incremento na área sócio-cultural é indiscutível.
Nos últimos 50 anos, segundo a OMT (Organização Mundial do Turismo), o turismo internacional mostrou um crescimento sustentável a uma taxa média anual de 6,9%, passando de 25 milhões de chegadas em 1950 para 625 milhões em 1998, resistindo a condições políticas e econômicas adversas e se tornando uma das maiores indústrias do mundo, com um faturamento em 1998 de U$ 3,4 trilhões.
Parte dessa resistência é devido ao fato que o desemprego e recessão atinge mais drasticamente aos setores menos favorecidos economicamente, e menos as classes altas que tendem, a dominar o setor de viagens internacionais.
No entanto, esse crescimento não foi sem flutuações. Ciclos econômicos e crises como a do petróleo na década de 70 afetaram o setor, porém, a capacidade de resistência e superação tem sido uma constante.
A justificativa para os números expressivos, pode ser dada por um conjunto de fatores no campo social, econômico, político e tecnológico que afetaram o desenvolvimento da atividade turística no século XX.
No campo social a modernização das leis trabalhistas, que passaram a reconhecer o direito a férias remuneradas para todos os trabalhadores, e o grande desgaste físico e mental proporcionado pelos centros urbanos, fez com que houvesse uma necessidade crescente de renovação da força de trabalho, tornando o turismo uma atividade essencial.
No campo econômico observou-se o aumento da produtividade devido principalmente ao progresso tecnológico e melhora na qualidade dos recursos humanos gerando uma melhor distribuição de renda e uma redução da jornada de trabalho, aumentando assim o tempo disponível para o lazer.
No campo tecnológico não se pode deixar de lado a modernização do setor de transporte e o da construção.
O primeiro tem uma importância estratégica para o setor de turismo facilitando o acesso de um maior contigente de pessoas a atividade turística, “encurtando as distâncias” com o desenvolvimento do transporte aéreo e consequentemente aumentando o tempo de ócio.
O segundo facilitando o desenvolvimento de infraestrutura e até mesmo de atrativos turísticos(construção de parques temáticos e reformas de monumentos históricos).
O crescimento do setor de turismo se verifica devido a consolidação desses aspectos acima apresentados, principalmente no que diz respeito a maior disponibilidade de tempo livre para o lazer, férias remuneradas, aumento e a melhoria da distribuição de renda, redução dos preços de transporte internacional e doméstico e o acesso a informações.
Qualquer forma de desenvolvimento econômico requer um planejamento cuidadoso, para que possa atingir o objetivo proposto nesta opção de desenvolvimento.
A opção pelo desenvolvimento econômico através do turismo é mais complexa do que parece. O turismo, além de ser uma atividade por natureza multi-setorial traz junto ao seu desenvolvimento impactos ambientais, sociais e econômicos necessitando assim de um planejamento cuidadoso para que possa ser sustentável no longo prazo.
No entanto, o desenvolvimento do turismo não atingirá seu ponto ótimo caso seja deixado inteiramente nas mãos do setor público ou do privado, já que o setor público teoricamente voltará seus objetivos para maximizar os benefícios sociais e o setor privado maximizará os lucros. Assim sendo, o planejamentro para o desenvolvimento do setor de turismo requer uma cuidadosa cooperação e coordenação entre os setores públicos e privados e um grande envolvimento da comunidade anfitriã.
Entendendo esta nova dimensão do turismo, o Programa de Planejamento Estratégico de Turismo do Estado do Rio de Janeiro, visa agir como agente de formento da atividade no Estado, amenizando os impactos negativos que o desenvolvimento desordenado pode trazer, gerando trabalho e renda para toda a comunidade de uma forma sustentada.
Identificação da ação ou do objeto a ser executado
Este programa tem como objetivo geral formentar o desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro, através do planejamento da atividade turística.Para tal se faz necessária a elaboração e Planejamentos Estratégicos Municipais para o setor de turismo, além de apoiar a implantação das ações já definidas durante o processo de elaboração.
Objetivos específicos
Dar continuidade as ações já implementadas ou em andamento.
Desenvolver um setor de turismo que seja, por todos os aspectos e em todos os níveis, de alta qualidade, embora não necessariamente de alto custo.
Distribuir os benefícios econômicos do turismo, diretos e indiretos, da forma mais ampla e em sua maioria para a população local.
Atrair turistas de maior poder aquisitivo.
Aumentar o nível de Emprego.
Auxiliar regiões periféricas, pelo aumento de renda e emprego, deste modo reduzindo ou coibindo a emigração.
Encorajar o uso do turismo para o intercâmbio cultural e econômico.
Preservar recursos naturais e culturais como parte do desenvolvimento do turismo.